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Mensagens (1)

“A gente quer ter voz ativa,
No nosso destino mandar,
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá…”

É único o sentimento de cada formando diante de um momento tão especial. Momento que abrigou emoções indescritíveis, proporcionou experiências singulares e fez com que pessoas tão diferentes tornassem-se tão próximas. Cada sorriso, abraço e olhar marcaram corações, e, assim, a busca constante por algo deu lugar à magia de poder partilhar sensações intensas e novas. O que nos faz ser grandes é não perder o futuro de vista. O que nos movimenta é a vontade, o desejo e, também, a angústia, a angústia de querer ser. É chegar a um ponto, fincar a bandeira da conquista e, neste instante, começar a buscar outros portos. Então, passados longos, no entanto, rápidos cinco anos, estes de lutas, conquistas, tropeços, amizades, realizações, frustrações, finalizamos uma batalha e logo daremos início a outra. Descobrimos que não só nos envolvemos, mas fomos absorvidos por tamanho entusiasmo e empenho, e temos a sensação, hoje, de que tudo que foi escolhido teve um propósito para o crescimento do grupo”

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A caminho desta conquista vivemos muitas experiências, ampliamos nossa visão e nosso conhecimento. Aprendemos a conviver, a não desistir de lutar, a tentar novamente, a superar e a surpreender.
Hoje, ao folhearmos este convite, a imaginação toma forma e histórias são revividas — seja através de lágrimas ou sorrisos. O certo é que, ao olharmos para trás, precisamos reconhecer e agradecer a todos que contribuíram para que, hoje, pudéssemos chegar aonde chegamos. Esta vitória tem o sabor das dificuldades superadas, do dever cumprido, das sólidas amizades e dos momentos inesquecíveis compartilhados.

“De tudo ficarão três coisas: a certeza de que estamos começando, a certeza de que é preciso continuar e a certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro”.
(Fernando Sabino)

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“Olho para minhas mãos. Descubro nelas a leveza perfeita para alcançar o detalhe. A força exata para intervir na dor. A mobilidade necessária para atingir o mais difícil. A sensibilidade que percebe o que não pode ser dito. Abro para um sorriso. Descubro nele a perfeição. Que faz de minhas mãos um instrumento. A simplicidade que torna simples o mais difícil. A sensibilidade que me diz tudo sem nada dizer. Gestos, sorrisos. Expressões que unem dom e desejo, auxílio e agradecimento, fisioterapia e arte.”

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Mensagem Inicial “Inserido em nosso universo plural, está o médico, figura em quem se depositam grandes expectativas, esperança, confiança. O ser que ouve a voz do corpo, sem ignorar sua harmonia com as palavras da mente, que com franqueza se abre, ad integrum. O ser que tem desenvolvido o dom de olhar e ver o distúrbio, de ouvir e entender o sintoma, de atender e aliviar a dor e a angústia. Esta figura histórica, que há tempos percebe as influências externas sobre o corpo e não ignora que “o espírito abatido faz secar até os ossos”. Esse ser que, dotado de incrível humildade e compaixão pelo ser humano, vendo a angústia que a enfermidade impunha a sua alma e a fé depositada sobre seus ombros, fez com as próprias mãos o antídoto para o alívio do corpo. Esse ser dotado de poderes atribuídos pelo próprio doente, cuja confiança e desejo de alívio transformam até mesmo poucas palavras em solução inefável. Em verdade, o médico é alguém diferenciado. Talvez o único que desempenhe ao mesmo tempo o papel de mágico, sacerdote, todo-poderoso presente no inconsciente da humanidade. Embora não ignorando esses atributos ilustres, o exercício da Medicina requer a humildade. Humildade para reconhecer que: há um Deus que cura; há o médico cuja competência é usada, e há a fé do doente, que move as mãos de ambos. Exercer a Medicina requer desenvolver o próprio ser e a vocação a ele inerente. Sim, porque ao médico não bastam o conhecimento teórico e a boa técnica. Acima disso, impõe-se o bom caráter, a disciplina, a paciência, a empatia, o reconhecer os próprios limites. Não sem razão dizia Hipócrates que a Medicina é uma arte, uma longa arte, cujo aprendizado demanda toda uma vida…” “Denise Moreth de Santana”

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Uma vez conhecido o caminho, só há uma coisa a fazer: seguir em frente. Se será fácil ou difícil, claro ou escuro, pequena vereda ou larga estrada, isso não importa. Temos que dar o primeiro passo, que é sempre o mais difícil. Está lançado o desafio. E por menor que seja o passo, é sempre uma conquista. No caminho que cada um escolheu, tem-se uma missão a ser cumprida, custe o que custar. Haverá momentos nos quais as forças diminuirão, a energia faltará e acharemos que é peso demais para os nossos ombros… Mas suportaremos. Venceremos. Haverá sempre uma energia guardada que nem nós supúnhamos possuir. O importante é não desanimar, não parar. Dar sempre um passo à frente. Não importa o tempo que se leva… E nem é preciso correr. O tempo não conta. O que importa é o esforço feito, o passo que se deu, o terreno que se ganhou, os amigos que se conquistaram e o quanto se aprendeu. Nessa caminhada, temos sempre que dar o primeiro passo.

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A partir de agora nos sentimos mais completos, mais inteiros… Nossas lutas, as horas passadas debruçados sobre os livros, as ansiedades antes e depois da realidade de cada exame, hoje, são lembranças agradáveis e ainda quentes na memória. Dentro em breve estaremos com um diploma nas mãos, renovando nossas idéias, concretizando nossos sonhos, que os anos de faculdade amadureceram. Quando subirmos ao palco, em trajes de festa, coração batendo mais forte, temor invadindo o corpo, platéia comemorando nossa conquista, talvez o nervosismo nos domine e não sintamos a maravilhosa magia do momento sublime do qual nos aproximamos. Mas um dia, quando a saudade nos fizer abrir as páginas deste convite e recordar, tudo será revivido como se estivesse novamente acontecendo. E iremos nos sentir mais completos, mais inteiros, como hoje.

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Você escolheu trabalhar com Educação. Você escolheu contribuir com a formação humana, com a busca de uma sociedade mais justa. “Todo início contém um evento mágico, um encontro de amor, deslumbramento no olhar… É aí que nascem as grandes paixões, as dedicações às causas, a disciplina que põe asas na imaginação e faz os corpos voarem. Conhecer para poder amar”. (Rubem Alves) Assim, partilhamos descobertas, desafios, conhecimentos, conquistas… Unimos força, amor, entusiasmo, alegria… Foi uma escolha livre e pessoal, portanto, eduquemos com garra, determinação, sabedoria, empenho, paciência, responsabilidade, coragem e, acima de tudo, com muito amor! Vale a pena! Formandos 2007

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A vida é uma seqüência de términos e começos. Mais importante do que terminar o que começamos é estarmos sempre dispostos a recomeçar e a enfrentar com coragem e virtuosidade os desafios da vida. O que nos faz grandes é não perder o futuro de vista, é cravar nossa bandeira em cada conquista e, no mesmo instante, começar a desbravar novos horizontes. O caminho para o bacharelado, apesar dos percalços acadêmicos e da dolorosa perda do nosso colega Gustavo, revelou-se gratificante. A missão foi cumprida com êxito e todos fizemos por merecer. Agora cada um de nós seguirá o seu caminho, com a lembrança do que fomos e a esperança de sermos mais, de podermos mostrar que valeram a pena esses anos de luta e de sonhos. Fernanda Proença de Azambuja

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O que antes era um gesto simples, hoje são leis e normas. O que eram tribos e clãs, hoje é um caleidoscópio de sociedades. Quando não éramos muitos povos, quando nossos primos e primas eram nosso habitat, nossas leis eram o juízo de cada dia. Não éramos, então, tão ricos de normas, mas já possuíamos o mesmo ideal de justiça que depois tornou-se nosso ideal de vida.

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Datam de mais ou menos 80 anos os primeiros rumores da criação de uma escola de medicina na cidade de Montes Claros. Mas foi há 35 anos, em abril de 1969, a aula inaugural da então Faculdade de Medicina do Norte de Minas. Escola que surgiu do sonho, da audácia, do trabalho e do empenho de alguns médicos, sensibilizados com a precária saúde da população dessa região, aliados a personalidades da época. Em 1999 essa história se uniu à de dezenove jovens ansiosos e determinados, provenientes de diferentes locais do nosso Estado. Nesses seis anos, não só estudamos, trabalhamos e festejamos, como também colaboramos com uma importante transformação: a concretização de um novo modelo político-pedagógico para o nosso curso. Hoje somos dezenove adultos, médicos, conscientes de que teremos pela frente um longo caminho ainda de muito estudo, trabalho e comemorações. Desejo que nosso percurso seja pontuado com o empreendedorismo, a praticidade e o talento daqueles homens que, além de fazer a história do nosso curso, também modificaram Montes Claros e todo o Norte de Minas. “Carolina Araújo Rodrigues”

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O que antes era um gesto simples, hoje são leis e normas. O que eram tribos e clãs, hoje é um caleidoscópio de sociedades. Quando não éramos muitos povos, quando nossos primos e primas eram nosso habitat, nossas leis eram o juízo de cada dia. Não éramos, então, tão ricos de normas, mas já possuíamos o mesmo ideal de justiça que depois tornou-se nosso ideal de vida.

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O desconhecido sempre causa temor e curiosidade. Mas a curiosidade prevalece e a determinação nos impulsiona rumo à conquista. No princípio éramos movidos pelo ânimo do novo, pela sede de desvendar o que nos era obscuro e o prazer que isso nos proporcionava…..

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“O fim do direito é a paz; o meio de que se serve para conseguí-lo é a luta. Enquanto o direito estiver sujeito às ameaças da injustiça – e isso perdurará enquanto o mundo for mundo – , ele não poderá prescindir da luta. A vida do direito é a luta: luta dos povos, dos governos, das classes sociais, dos indivíduos…”
(Rudolf Von Ihering)

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Nem sempre pensamos direito o Direito; às vezes enveredamos por equívocos, caminhos que margeiam a vida pelo lado esquerdo. Então concluímos que o Direito é inflexível, uma justiça sobre-humana, ainda que levada a cabo por homens. Esquecemo-nos que somos seus inventores e nos julgamos apenas seus instrumentos. Tampouco, todo o tempo, somos justos com a Justiça. Às vezes, motivados por uma desigualdade, criamos uma justiça particular, a qual se dá pela sede de punição, pela revolta contra os mecanismos nem sempre infalíveis. A Justiça é humana: tarda, falha inclusive, mas todos temos direito a ela e o dever de exigir nossos direitos.

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